"NolasiA é Dj Smith no bansuri (flauta de bambu indiana) e seu irmão gêmeo Idak no violão. Ambos originários de Nova Orleans e tendo vivido na Ásia por muitos anos, Dj e Idak desenvolveram um som único, combinando influências de ambos os mundos. Inicialmente, Dj planejava tocar principalmente música clássica indiana na flauta, mas logo percebeu o potencial sonoro de outros estilos musicais, especialmente o jazz. Além de estudar os grandes nomes do jazz americano, algumas de suas principais influências orientais vêm da música clássica indiana, do kawala egípcio e da música tradicional coreana e japonesa. Dj também dedicou muito tempo ao estudo dos grandes pianistas de Nova Orleans, como Professor Longhair e Dr. John. Além de ter desenvolvido um estilo pessoal como acompanhador da flauta de bambu, o irmão de Dj, Idak, também é um improvisador habilidoso. O incentivo de Idak para que seu irmão tocasse jazz no bansuri o levou a uma trajetória profissional única, apresentando-se em duo, algo que ele não havia previsto." (Saiba mais aqui.)
quinta-feira, 26 de março de 2026
NolasiA (2025)
quarta-feira, 18 de março de 2026
Trio Madeira Brasil (1998)
Conjunto de choro formado por Ronaldo do Bandolim (bandolim), José Paulo Becker (violão) e Marcello Gonçalves (violão sete cordas), no Rio de Janeiro. Ronaldo do Bandolim, considerado por muitos como o melhor intérprete de Ernesto Nazareth e ex-integrante do Conjunto Época de Ouro. Marcelo Gonçalves foi sempre requisitado em várias gravações de diversos artistas da MPB, nas quais o violão de sete cordas se faz presente. Zé Paulo Becker, violonista e compositor, une o popular ao erudito e paralelo à carreira do grupo, desenvolve carreira solo. Em 1998, o grupo lançou este seu primeiro disco, Trio Madeira Brasil. Neste CD, gravou vários clássicos do choro, como Um a Zero, de Pixinguinha e Benedito Lacerda. Outras composições do mesmo disco são: Labirinto, Batuque, Guerreiro e Celestial, todas de Ernesto Nazareth, e ainda Santa Morena, de Jacob do Bandolim. O disco trouxe também compositores contemporâneos aos integrantes do grupo, como Edu Lobo em Corrupião, Egberto Gismonti em Loro e Chico Buarque em As Vitrines. (Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira)
Faixas:
1. Santa Morena (Jacob do Bandolim)
2. Agüenta Seu Fulgêncio (Jacob do Bandolim)
3. Guerreiro (Ernesto Nazareth)
4. Danza De La Vida Breve (Manuel de Falla/C. Fernandez Shaw)
5. Celestial (Ernesto Nazareth)
6. Loro (Egberto Gismonti)
7. Corrupião (Edu Lobo)
8. As Vitrines (Chico Buarque)
9. Labirinto (Ernesto Nazareth)
10. The Easy Winners (Scott Joplin)
11. Valsa Venezuelana Nº 3 (Antonio Lauro)
12. Batuque (Ernesto Nazareth)
13. Paulista (João dos Santos)
14. Um A Zero (Pixinguinha/Benedito Lacerda)
quinta-feira, 12 de março de 2026
Otis Spann - Good Morning Mr. Blues (1963)
Embora Otis Spann seja sempre lembrado como o pianista da banda de Muddy Waters, seu trabalho solo é memorável. Dono de uma bela e expressiva voz, Spann também era um compositor talentoso. Este álbum foi gravado ao vivo em 1963 em um estúdio de Copenhague e apresenta Spann quase sempre com voz e piano, embora pelo menos uma faixa, a elegante Trouble in Mind, conte com a participação do grande Lonnie Johnson na guitarra elétrica. Todas as músicas são de sua autoria, com exceção das faixas 3, 5 e 6.
Faixas:
1. Good Morning Mr. Blues
2. Love, Love, Love
3. River Side Blues (Sonny Boy Williamson)
4. Must Have Been The Devil
5. Jelly Roll Baker (Lonnie Johnson)
6. Trouble In Mind (R.M.Jones)
7. Worried Life Blues
8. T. B. Blues
9. Spann's Boogie
10. Don't You Know
11. Goin' Down Slow
12. The Skys Are Blue
13. Keep Your Hands Out Of My Pocket
14. Boots And Shoes
quarta-feira, 4 de março de 2026
Orquestra de Violões Interpretanto a Paraíba (2009)
A Orquestra de Violões da Paraíba é considerada um ícone da cultura paraibana por sua relevante contribuição musical e formativa. Criada em maio de 1992 pelo maestro Gladson Carvalho, realizou concertos por diversas regiões do Nordeste, incluindo inúmeras cidades do interior da Paraíba. O trabalho do grupo dessa época ficou registrado em dois CD’s. O primeiro, gravado em 1993, foi composto por clássicos da música popular brasileira como Ponteio, de Edu Lobo, Aquela do Brasil, de Ari Barroso, Meu Sublime Torrão, de Genival Macedo, entre outros. O segundo foi lançado em 1996, com composições de artistas como Villa Lobos, Bach e Pixinguinha. Esse último teve uma nova edição promovida pelas Paulinas e foi vendido por todo o Brasil e Europa, divulgando assim o nome e o potencial artístico-cultural do Estado da Paraíba. Após dez anos longe dos palcos paraibanos a OVPB reestreou no dia 29 de novembro de 2007. Em 2009, o conjunto gravou o seu terceiro CD com o título de Orquestra de Violões Interpretando a Paraíba. O trabalho marcou uma nova fase do grupo, sob a batuta e coordenação da maestrina Carla Santos e do maestro Cyran Costa, com a direção musical do compositor Rogério Borges. O repertório do novo disco contou com composições de ilustres paraibanos como Sivuca e Glorinha Gadelha, Vital Farias, Chico César e Lúcio Lins, Canhoto da Paraíba, entre muitos outros. O trabalho ainda teve os arranjos audaciosos e marcantes, elaborados por Rogério Borges e Cyran Costa, que buscaram explorar as diferentes possibilidades técnicas, sonoras e expressivas do violão, resultando em uma beleza inusitada de timbres e expressões. (Paraíba Criativa)
Faixas:1. Carcará II (Erivan Araújo)
2. Ai que saudade d'ocê (Vital Farias) - part. Lucy Alves
3. Frevo dos oito erros (Cyran Costa)
4. Duas margens (Chico César/Lúcio Lins) - part. Maria Juliana
5. Eu, tu e ele (José Ilton Nunes)
6. No forró do Zé Doidiça (Rogério Borges)
7. Feira de Mangaio (Sivuca/Glorinha Gadelha) - part. Maria Juliana
8. Sete cantigas para voar (Vital Farias)
9. Visitando o Recife (Canhoto da Paraíba)
10. Contendo o choro II (Arimatéia de Melo)
11. Frebaião (Rogério Borges)
12. Jacaré (Marcos Rosa)
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026
Luiz Gonzaga Hoje (2019)
Coletânea com 19 músicas de vários artistas que revisitam os grandes sucessos de Luiz Gonzaga. A obra celebra o legado do "Rei do Baião" (1912-1989), que eternizou ritmos nordestinos como forró, xote e baião no Brasil.
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026
Vanessa Fernandez - Use Me (2014) e When The Levee Breaks (2016)
Vanessa Fernandez, de Singapura, é cantora, apresentadora de rádio, líder em cultura musical e proprietária de gravadora em seu país, com mais de 15 anos de experiência em música e radiodifusão. Aos 12 anos, com amigas do coral da igreja, participou de um programa de talentos local na TV, o Rolling Good Times, e venceu na categoria de grupos femininos. Desde então, atuou em musicais com o Singapore Repertory Theatre, bem como em festivais como o Gilles Peterson Worldwide Festival (França), Laneway Festival (Singapura), BIGSOUND (Austrália), V-ROX (Rússia) e Concrete & Grass Festival (China). Vanessa lançou músicas por grandes gravadoras como Universal Music e EMI, além de selos independentes como Groove Note Records, Syndicate e Medallion Sounds. Recentemente, fundou seu próprio selo, Ownself Records (nativedsd). Aqui vão dois álbuns em que ela interpreta magnificamente clássicos do soul (Use Me) e do Led Zeppelin (When The Levee Breaks).
Use Me (2014)
Repertório espetacular de soul music, incluindo compositores como William Vaughn, Curtis Mayfield, Bill Withers, All Green e Marvin Gaye, entre outros. Entre os músicos de renome que participaram do álbum, destacam-se o baixista Lee Sklar (Phil Collins, Rita Coolidge, Bonnie Raitt, Linda Ronstadt, Lyle Lovett), o violonista Tim Pierce (Bruce Springsteen, Michael Jackson, Celine Dion, Roger Waters, Tina Turner, Eric Clapton), o pianista Jim Cox (Willie Nelson, B.B. King, Aaron Neville, Ringo Starr, Lyle Lovett), o baterista Victor Indrizzo (Macy Grey, Marianne Faithfull, Meat Loaf, Emmylou Harris), o percussionista Rafael Padillo (Julio Iglesias, Celine Dion, Pavarotti, Gloria Estefan) e o gaitista Stanley Behrens (Willie Dixon, Canned Heat, Ruth Brown). (nativedsd)
Faixas:
1. Just Wanna Be With You (W. Vaughn/White)
1. Immigrant Song (Page/Plant)
2. Black Dog (Page/Plant/Bonham/Jones)
3. Kashmir (Page/Plant/Bonham)
4. Trampled Underfoot (Page/Plant/Bonham/Jones)
5. When The Levee Breaks (Page/Plant/Bonham/Jones)
6. The Lemon Song (Page/Plant/Bonham/Jones)
7. Whole Lotta Love (Acoustic) (Page/Plant/Bonham/Jones)
8. Ramble On (Page/Plant)
9. Babe I'm Gonna Leave You (Anne L. Bredon)
10. Immigrant Song (Acoustic)
terça-feira, 10 de fevereiro de 2026
Ilhan Ersahin's Istanbul Sessions - with Erik Truffaz (2010)
"Este álbum é de groove jazz, mas não é exatamente um jazz leve. Sobre uma batida constante, seja em 4/4 puro ou algo mais complexo, o saxofonista/compositor (e proprietário da boate Nublu) Ilhan Ersahin une forças com o trompetista Erik Truffaz, o baixista Alp Ersonmez, o baterista Turgut Alp Bekoglu e o percussionista Izzet Kizil para criar uma série imaginativa de paisagens sonoras, algumas hipnóticas e totalmente psicodélicas, outras mais próximas de uma estrutura de jazz tradicional. Os metais e sopros são ocasionalmente acompanhados por leves toques eletrônicos (um pedal de pitch para o trompete, um pedal de efeitos para o baixo e loops ocasionais) que trazem um toque lúdico, mas nunca entregam as músicas completamente às máquinas. Um álbum com composições melodicamente diversas, muitas vezes com influências do Oriente Médio." (Lucid Culture)
1. Freedom
2. Bosphorus
3. Doors To Heaven
4. Thomas O'Malley
5. Sam I Am
6. Dowtown Istanbul
7. Kefal
8. Les Ottomans
9. The Dark Tunnel Of Europe
10. Alley Cuts
11. Our Theory
terça-feira, 3 de fevereiro de 2026
Fred Demarca e Roberto Didio - A Cabeça (2025)
Neste álbum, Demarca "celebra a parceria com o letrista e compositor Roberto Didio, encontro recente que rapidamente se transformou em cumplicidade artística, resultando em dez faixas inéditas que transitam bonito entre o cancioneiro brasileiro, o samba e a canção contemporânea. O projeto tem direção musical de Demarca, Didio e João Camarero. A percussão geral ficou sob responsabilidade de Marcus Thadeu, e o cavaquinho de Ana Rabello, companheira de Didio, marca presença em quatro faixas. O disco também se distingue pela força das vozes: Ilessi e Diogo Mirandela dividem protagonismo em diversos momentos, e o coro — formado por Luísa Lacerda, Nívea Magno, Miguel Rabello e Muato — amplia a densidade vocal do trabalho." (Sopa Cultural)
terça-feira, 27 de janeiro de 2026
Tony Joe White - Bad Mouthin' (2018)
Último disco de Tony Joe White (1943-2018), após uma longa carreira. "A maioria das faixas de Bad Mouthin’ apresenta White sozinho, cantando com sua voz rouca, envelhecida e quase sussurrada, acompanhada de sua surrada Fender Stratocaster de 1965, principal guitarra ao longo da carreira. Ele também adiciona breves toques de gaita em algumas faixas. O baterista de longa data de White, Bryan Owings, fornece um acompanhamento esparso em algumas faixas e Steve Forrest adiciona baixo em duas músicas." (BluesBlast) "Se o décimo sétimo álbum de Tony Joe White, Bad Mouthin', prova alguma coisa, é o quão profundamente evocativas de sua herança sulista são suas próprias canções, mesmo quando comparadas — e soando em perfeita sintonia — com as de Jimmy Reed, Lightnin' Hopkins, John Lee Hooker e Charlie Patton." (AllAboutJazz)
Faixas:
1. Bad Mouthin'
2. Baby Please Don't Go
3. Cool Town Woman
4. Boom Boom
5. Big Boss Man
6. Sundown Blues
7. Rich Woman Blues
8. Bad Dreams
9. Awful Dreams
10. Down The Dirt Road Blues
11. Stockholm Blues
12. Heartbreak Hotel
quarta-feira, 21 de janeiro de 2026
The Vampires - The Vampires Meet Lionel Loueke (2017)
"O quinteto australiano The Vampires, com dez anos de carreira e liderado pelos instrumentistas de sopro Jeremy Rose e Nick Garbett, convidou o prodígio da guitarra beninense Lionel Loueke para seu ambicioso quinto álbum, The Vampires Meet Lionel Loueke. Com a adição do virtuosismo e do timbre singular de Loueke à suave mistura de música com influências étnicas e globais, composta por Rose e Garbett, as composições aparentemente genéricas se transformam em performances exóticas e envolventes, que exalam vibrações positivas de uma energia muito rara." (All About Jazz).
Faixas:
1. Endings & Beginnings pt. I (Jeremy Rose)
2. Hard Love (Jeremy Rose)
3. Freedom Song (Jeremy Rose)
4. Green, Green, Green (Nick Garbett)
5. Bendalong (Nick Garbett)
6. Torta Salata (Nick Garbett)
7. Suck A Seed (Jeremy Rose)
8. Ubud Bubble (Jeremy Rose)
9. Brand New (Jeremy Rose)
10. Endings & Beginnings pt. II (Jeremy Rose)
quarta-feira, 14 de janeiro de 2026
The Ipanemas - Afro Bossa (2003)
"Mais de 40 anos se passaram desde que Wilson das Neves e Neco gravaram pela última vez sob o nome de The Ipanemas. Sua estreia em 1962 reinventou o samba ao injetar elementos da música africana e do jazz americano. Seu segundo álbum, lançado tardiamente, é uma produção um tanto polida, com os arranjos sofisticados que se esperaria de músicos desse calibre." (The Guardian) Wilson das Neves (1936-2017) foi um dos mais célebres bateristas de samba brasileiros; participou de cerca de 800 discos ao lado de grandes nomes da música, como Elza Soares, Roberto Carlos, Elis Regina e Chico Buarque. Neco (1932-2009), grande violonista brasileiro, autodidata, tocava violão, cavaquinho, violão de 7 cordas, viola, banjo e guitarra, além de atuar por mais de quatro décadas como músico de estúdio no Rio de Janeiro.
Faixas:
2. Sertão
3. Sereno
4. Espraiado
5. Musica Profissional
6. Chorinho B
7. Bambuí
8. Bosco
9. Aqui Dá Tudo Certo
10. Seu Dario
11. Sao Pedro da Aldeia
12. Afro
quinta-feira, 8 de janeiro de 2026
Guillaume Latil & Matheus Donato - Hémisphères (2025)
1. Palais Longchamp
2. Prière En Bambara
3. Urban Poem
4. Yaô
5. Hémisphères
6. Aos Meus Amigos
7. Trauma
8. Et Si...
9. Oriente
10. Horochoroforro














