quarta-feira, 18 de julho de 2018

Otis Taylor - Clovis People, Vol. 3 (2010)


Um dos maiores nomes do blues contemporâneo. "Com uma longa carreira abrangendo não apenas vários gêneros, mas vários instrumentos (sendo o banjo, a guitarra e a gaita os principais entre eles), Taylor seguiu um caminho estranho para se tornar uma celebridade do blues. ... Apesar de uma carreira musical variada e prolífica, Taylor só veio a lançar um disco solo em 1995, When Negroes Walked the Earth, e sua carreira desde então tem sido uma jornada errante (alguns críticos podem dizer que sinuosa). Sua música muitas vezes reflete a história pessoal de Taylor e a experiência exclusivamente americana: é uma mistura muitas vezes estranha da tradição sulista e das raízes ocidentais (reflexo da infância de Taylor em Denver, Colorado). E assim, o título enigmático deste disco não deve surpreender os fãs do estilo excêntrico de Taylor (tecnicamente, é uma referência aos restos recentemente descobertos de uma civilização paleo-indígena não muito longe da casa de Taylor em Boulder, Colorado). Mas o título é incidental; o que realmente importa, como sempre, é o mix consistente de alta qualidade de blues, jazz e bluegrass. Escrito de forma intricada, mudando de blues de Chicago para soul na mesma música, as músicas de Taylor são sempre inconfundíveis. Clovis People, vol. 3 não é exceção. Impulsionado em primeiro lugar pelos vocais extraordinários de Taylor, às vezes lamentosos, às vezes sussurrando, o álbum é uma adição bem-vinda à discografia de Taylor, mesmo que não divirja dos registros anteriores." (Pop Matters) Detalhe: não existem os volumes 1 e 2 de Clovis People...

Faixas:
1. Rain So Hard
2. Little Willie
3. Lee and Arnez
4. It's Done Happened Again
5. Past Times
6. She's Ice in the Desert
7. Hands on Your Stomach
8. Harry, Turn the Music Up
9. Ain't No Cowgirl
10. Babies Don't Lie
11. Coffee Woman
12. Think I Won't

Confira no iTunes



quarta-feira, 11 de julho de 2018

The Rolling Stones - Exile on Main St. (1972)


Considerado por muitos críticos como o melhor álbum dos Rolling Stones, incrivelmente suas faixas em geral não constam de coletâneas ou são lembradas como hits, com exceção de Tumbling Dice. E isto é incrível mesmo, porque o álbum duplo é o resultado do momento mais criativo e efervescente da banda, na sequência de discos excelentes como Let it Bleed (1969) e Sticky Fingers (1971). Exile on Main St. foi gravado numa mansão nos arredores de Nice, França, quando o grupo fugia de dívidas astronômicas com o governo da Inglaterra por conta do não pagamento de impostos. Nessa imersão, surgiram incríveis faixas movidas a blues, como Stop Breaking Down Ventilator Blues e baladas de tirar o fôlego como Loving Cup, Let it Loose e Shine a Light. Destaque também para as acústicas Sweet Virginia e Sweet Black Angel. Em 2003, o álbum foi classificado como o 7º melhor pela revista Rolling Stone na lista com Os 500 Maiores Álbuns de Todos os Tempos, e em 2012, foi nomeado para o Hall da Fama do Grammy.

Faixas:
1. Rocks Off
2. Rip This Joint
3. Shake Your Hips
4. Casino Boogie
5. Tumbling Dice
6. Sweet Virginia
7. Torn And Frayed
8. Sweet Black Angel
9. Loving Cup
10. Happy
11. Turd On The Run
12. Ventilator Blues
13. I Just Want To See His Face
14. Let It Loose
15. All Down The Line
16. Stop Breaking Down
17. Shine A Light
18. Soul Survivor

Confira aqui.








domingo, 8 de julho de 2018

Orquestra Juvenil da Bahia - Bahia Orquestral (2013)


Este é um exemplo de como o Estado pode promover a cultura de forma efetiva e vitoriosa. A Orquestra Juvenil da Bahia surgiu do Neojibá, um programa prioritário do governo da Bahia criado em 2007. O Neojibá beneficia mais de 4.600 crianças, adolescentes e jovens em seus Núcleos de Prática Orquestral e Coral e através de ações de extensão, como a Rede de Projetos Orquestrais da Bahia e o Projeto Neojibá nos Bairros. Sob a direção artística de seu fundador, o maestro e pianista Ricardo Castro, a orquestra já se apresentou em vários países como Portugal, Alemanha, Inglaterra, França, Suíça, Itália e EUA, além de 10 estados. Saiba mais em http://neojiba.org/ Além das interpretações impecáveis de Rachmaninoff, Tchaikovsky e Ravel, merecem destaque as faixas de autores nacionais, especialmente Suíte Rio Negro, de César Camargo Mariano, e a clássica Tico-Tico no Fubá, de Zequinha de Abreu.

Faixas:
RACHMANINOFF – Concerto nº 2 para piano e orquestra em Dó menor, Op.18
PIOTR I.TCHAIKOVSKY – Romeu e Julieta
SAMUEL BARBER – Adagio para cordas
CESAR CAMARGO MARIANO – Suíte Rio Negro
WELLINGTON GOMES – Sonhos Percutidos
MAURICE RAVEL – Bolero (Participação: Orkestra Rumpilezz)
ZEQUINHA DE ABREU – Tico-Tico no Fubá (Arranjo: jamberê)

Ouça no Spotify e adquira o CD



terça-feira, 3 de julho de 2018

Jards Macalé - Só Morto - Burning Night (1969)


Compacto de vinil com quatro canções, o primeiro disco de Jards Macalé foi relançado em 2013 pelo selo Discobertas, com 10 faixas bônus. 

Faixas:
1. Soluços (Jards Macalé)
2. O crime (Capinan – Jards Macalé)
3. Só morto (Burning night) (Jards Macalé – Duda)
4. Sem essa (Jards Macalé – Duda)

Faixas bônus ao vivo:
  • Gothan city (com os Brazões) ao vivo no IV FIC de 1969 (Jards Macalé – José Carlos Capinan)
  • Só morto (Burning night) (Jards Macalé – Duda)
  • Let’s play that (Jards Macalé – Torquato Neto)
  • Poema da Rosa (Jards Macalé – Augusto Boal)
  • Let’s play that (Jards Macalé – Torquato Neto)
  • Gothan city (Jards Macalé – José Carlos Capinan)
  • Revendo amigos (Jards Macalé – Waly Salomão)
  • Orora analfabeta (Belizário Gomes – Waldeck Macedo)
  • Anjo exterminado (Jards Macalé – Waly Salomão)
  • Rua Real Grandeza (Jards Macalé – Waly Salomão)
Saiba mais aqui.




terça-feira, 26 de junho de 2018

Red Hot + Rio 2 (2011)


O que pode ser capaz de unir num só álbum nomes como Seu Jorge, Beck, José González, Vanessa da Mata, John Legend, Curumin, Devendra Banhart, Caetano Veloso, David Byrne, Trio Mocotó, Orquestra Contemporânea de Olinda, Emicida, Mayra Andrade, Céu e Tom Zé, entre outros? A música brasileira, claro, aqui com um número maior de referências à Tropicália. A coletânea - assim como todas do selo Red Hot - visa arrecadar fundos para instituições que tratam portadores do vírus da aids no mundo todo. Entre erros e acertos, grandes gravações como Boa RezaPanis et CircensisDreamworld: Marco de CanavezesRodaBerimbauIt's a long way, Águas de Março... A primeira coletânea, lançada em 1995, trazia artistas brasileiros e internacionais fazendo versões de músicas da bossa nova e é até hoje considerada clássica. Confira o site da Red Hot Organization.

Faixas:

Disco 1
1. Baby (Caetano Veloso) - Aloe Blacc + Alice Smith
2. Tropicália (Beck) - Beck + Seu Jorge
3. Um girassol da cor do seu cabelo (Lô Borges / Márcio Borges) - Mia Doi Todd + José González
4. Samba de verão (Marcos Valle / Paulo Sérgio Valle) - Quadron
5. Boa reza (Vanessa da Mata) - Vanessa da Mata + Seu Jorge + Almaz
6. Love I've never known (John Legend / Andres Levin / Steve Barber) - John Legend
7. Nascimento (Rebirth) (E. Nathaniel Dawkins, III) - Scene II / Aloe Blacc + Clara Moreno
8. Ela (Gilberto Gil) - Curumin
9. Baby (Caetano Veloso) - Aloe Blacc + Alice Smith
10. Um canto de afoxé para o Bloco de Ilê (Caetano Veloso / Moreno Veloso) - Superhuman Happiness + Cults
11. Mistérios (Joyce / Maurício Maestro) - Om'mas Keith
12. Aquele abraço (Gilberto Gil) - Forró in The Dark + Brazilian Girls + Angélique Kidjo
13. Canto de Iemanjá (Vinicius de Moraes / Baden Powell) - Mia Doi Todd
14. Terra (Caetano Veloso) - Caetano Veloso, participação especial Prefuse 73
15. Nu com a minha música (Caetano Veloso) - Marisa Monte + Devendra Banhart + Rodrigo Amarante
16. Acabou chorare (Galvão / Moraes Moreira) - Bebel Gilberto
17. Dreamworld: Marco de Canavezes (David Byrne / Caetano Veloso) - David Byrne + Caetano Veloso

Disco 2
1. O Leãozinho (Caetano Veloso) - Beirut
2. Panis et Circensis (Caetano Veloso / Gilberto Gil) - Tha Boogie
3. Bat Macumba (Caetano Veloso / Gilberto Gil) - Of Montreal + Os Mutantes
4. Tudo o que você podia ser (Lô Borges / Márcio Borges) - Phenomenal Handclap Band + Marcos Valle
5. Banana (Joyce) - Madlib + Joyce Moreno featuring Generation Match
6. Freak Le Boom Boom (Mr. Sam) - Marina Gasolina + Secousse
7. Tropical Affair (M. Nishita / J.C.Gomes / T. de Freitas / M. Caldato Jr.) - Money Mark + Thalma de Freitas + João Parahyba
8. Soy loco por ti America (Gilberto Gil / Capinan) - Los Van Van + Carlinhos Brown
9. Roda (João Augusto / Gilberto Gil) - Orquestra Contemporânea de Olinda + Emicida
10. Berimbau (Baden Powell / Vinicius de Moraes) - Mayra Andrade + Trio Mocotó
11. It's a long way (Caetano Veloso) - Apollo Nove + Céu + N.A.S.A.
12. A cidade (Chico Science) - DJ Dolores + Eugene Hütz + Otto + Fred 04 + Isaar
13. Ogodô, Ano 2000 (Tom Zé) - Javelin + Tom Zé
14. Águas de Março (Tom Jobim) - Atom + Toshiyuki Yasuda featuring Fernanda Takai + Moreno Veloso
15. Show me love (Vanessa Bley / Stuart Matthewman) - Twin Danger
16. Pistis Sophia (Rita Lee) - Rita Lee
17. Um dia desses (Kassin / Torquato Neto) - Kassin + Cibelle

Confira aqui.











quarta-feira, 20 de junho de 2018

Jimmy Smith (Live!) - Root Down (1972)


Jimmy Smith foi um dos criadores do soul jazz, influenciado pela música gospel e pelo blues. O mestre do órgão lançou em 1972 este incrível álbum gravado ao vivo.

Faixas:
1.Sagg Shootin' His Arrow
2. For Everyone Under the Sun
3. After Hours
4. Root Down (and Get It)
5. Let's Stay Together
6. Slow Down Sagg

Confira aqui.


quinta-feira, 14 de junho de 2018

Susheela Raman - Salt Rain (2001)


Nascida em Londres, Susheela Raman é filha de indianos. Neste seu álbum de estreia, valorizou suas origens. Saiba mais sobre ela no Wikipedia.

Faixas:
1. Ganapati
2. Maya
3. Mamavatu
4. Woman
5. Mahima
6. Trust in Me
7. Bolo Bolo
8. Salt Rain
9. Kamakshi
10. Nagumomo
11. O Rama
12. Song to the Siren

Confira aqui.


quarta-feira, 6 de junho de 2018

Seasick Steve & The Level Devils - Cheap (2004)


Reza a lenda que Seasick Steve viveu muitos anos como vagabundo nos Estados Unidos. Diz-se também que o "mendigo" trabalhou regularmente em estúdios como ótimo guitarrista que é. Sua enigmática história continua com sua ida para a Europa na década de 70, tocando nas estações de metrô de Paris. Depois foi contratado como engenheiro de estúdio e tocou guitarra em bandas. Na década de 80 voltou aos Estados Unidos, onde acabou ficando amigo de Kurt Cobain. Em 2001 mudou-se para Oslo, na Noruega, e a partir daí que gravou este seu primeiro álbum, com a banda The Level Devils, com componentes noruegueses e suecos. Hoje é um músico de blues respeitado e cultuado pelos fãs, com suas guitarras artesanais feitas por ele mesmo. Um de seus últimos parceiros? John Paul Jones... Saiba mais e baixe no blog Pintando Música.

Faixas:
1. "Cheap" - 4:05
2. "Rockin' Chair" - 3:35
3. "Hobo Blues" - 3:01
4. "Story #1" - 5:45
5. "Sorry Mr. Jesus" - 4:17
6. "Love Thang" - 3:44
7. "Dr. Jekyll and Mr. Hyde" - 5:14
8. "Story #2" - 7:06
9. "8 Ball" - 3:41
10. "Xmas Prison Blues" - 4:16
11. "Levi Song" - 4:19
12. "Rooster Blues" - 10:47



segunda-feira, 21 de maio de 2018

Os Belos Dias de Aranjuez - Trilha Sonora (2016)


Em sua belíssima casa de campo nos arredores de Paris, um escritor cria diálogos entre um homem e uma mulher, que dividem confidências. Os personagens tomam vida e "aparecem" no jardim da casa, encenando o diálogo, assim que o escritor vai escrevendo. Isso filmado por Wim Wenders só não é perfeito porque o texto em si se perde ao longo do filme. O que interessa aqui, entretanto, são as canções - quase todas com uma certa melancolia -  que o escritor vai pondo para tocar em uma jukebox. Thiago Costa, na Revista Spiral, comenta sobre o filme: "os momentos em que passeamos com a câmera pelo jardim e que o filme brinca com as músicas são muito mais prazerosos do que as cenas dos diálogos, o que acaba tornando os personagens completamente desinteressantes e consequentemente isso se reflete no filme, que acaba parecendo mais longo do que realmente é. O que acaba nos salvando de uma monotonia absurda é toda a mise-en-scène do filme, que é meticulosamente trabalhada." Eis a relação das músicas:
  • Perfect Day (Lou Reed) - Lou Reed
  • Halfway to Paradise (Rodrigo Gonzales/Grant Stevens) - Lovegrove feat. Gemma Ray
  • I Am a Man of Constant Sorrow (Tradicional) - Till Hertling and Jörg Diernberger
  • Into My Arms (Nick Cave) - Nick Cave
  • The World Is On Fire (Gus Black) - Gus Black com Andie Mette, David Mette, Christoph Carl e Sam Johnson



terça-feira, 15 de maio de 2018

Madrugada - Industrial Silence (2010)


"Um grande começo pra essa banda norueguesa, um disco corajoso que aposta em numa sonoridade alternativa moderna, mas calcada no blues psicodélico de Eric Burdon na transição dos 60/70, pesado na medida certa, esse é Madrugada na sua primeira bolacha, Industrial Silence." (Confraria Mercante)

Faixas:
1. "Vocal"
2. "Beautyproof"
3. "Shine"
4. "Higher"
5. "Sirens"
6. "Strange Colour Blue"
7. "This Old House"
8. "Electric"
9. "Salt"
10. "Belladonna"
11. "Norwegian Hammerworks Corp."
12. "Quite Emotional"
13. "Terraplane"

Confira aqui.



sexta-feira, 11 de maio de 2018

Lô Borges - A Via Láctea (1979)


Clássico do Clube da Esquina e da MPB. Após sua estreia precoce com o álbum duplo Clube da Esquina, junto com Milton Nascimento, Lô lançou um segundo álbum em 1972, elogiado por vários críticos. A Via Láctea, lançado após um hiato de 7 anos, contudo, foi uma obra-prima. Quase todas as faixas são clássicos inesquecíveis. A música Clube da Esquina nº 2, até então conhecida por sua gravação instrumental no álbum Clube da Esquina, ganhou letra de Márcio Borges. Johnny Paul Soares, no site Galeria Musical, conta como isso aconteceu: "um dos clássicos que compõem o álbum, chamado "Clube da Esquina nº 2", não estava na lista. Bastou Nana Caymmi se encontrar com o irmão mais velho dos Borges naquele ano de 1979 em um bar chamado Diagonal, localizado no Baixo Leblon, para soltar o decisivo "Ei, Márcio! Porque você não mete uma letra naquele Clube da Esquina nº 2, meu? Tô querendo gravar isso mas sem letra não dá né, meu?!". Márcio se tocou e esqueceu de que anos antes Milton Nascimento havia lhe dito que a letra estava "proibida" na música senão "deixava de ser instrumental". Ele foi contra as regras e começou a rabiscar "Porque se chamavam homens / também se chamavam sonhos..." - clássico! Nana Caymmi, que estava com estúdio marcado para um LP naquele fim de década de 70, foi importantíssima para esse feito. O universo agradece, e a letra foi parar, claro, nas mãos de Nana, registrando o tema e deixando Bituca e Lô atônitos: Clube da Esquina nº 2 tinha letra."

Faixas:
1 Sempre-viva (Márcio Borges, Lô Borges)
2 Ela (Márcio Borges, Lô Borges)
3 A Via-Láctea (Lô Borges, Ronaldo Bastos)
4 Clube da Esquina nº 2 (Márcio Borges, Lô Borges, Milton Nascimento)
5 A olho nu (Márcio Borges, Lô Borges)
6 Equatorial (Márcio Borges, Beto Guedes, Lô Borges)
7 Vento de maio (Telo Borges, Márcio Borges)
8 Chuva na montanha (Fernando Oly)
9 Tudo que você podia ser (Márcio Borges, Lô Borges)
10 Olha o bicho livre (Rodrigo Leste, Paulinho Carvalho)
11 Nau sem rumo (Márcio Borges, Lô Borges)

Confira aqui.



segunda-feira, 7 de maio de 2018

Tavinho Moura (1980)


Álbum do genial músico e compositor mineiro, que tem importante trabalho de resgate do folclore mineiro e brasileiro. Disco raro, disponível apenas em LP.

Faixas:
1. Cabaré mineiro
(Carlos Drummond de Andrade, Tavinho Moura)
2. A página do relâmpago elétrico
(Beto Guedes, Ronaldo Bastos)
3. Findo amor
(Tavinho Moura, Murilo Antunes)
4. Corte palavra
(Márcio Borges, Tavinho Moura)
5. O sonho
(Zezinho da Viola)
6. Peixinhos do mar
(Marujada)
7. Nossa Senhora do Ó
(Tavinho Moura, Fernando Brant)
8. Peixe vivo
(Tavinho Moura, Fernando Brant)
9. As meninas no trem de Sabará
(Tavinho Moura, Fernando Brant)
10. Um sonho
(Godofredo Guedes)

Confira no Discogs